Quando cruzar esse caminho, desligue a conexão com o strees
urbano e preste atenção aos própios sentidos.
A visão vai enchergar um presente da natureza desenhado
pelo homem e pelas referências trazidas de Minas Gerais.
O olfato vai sentir o cheirinho da cozinha, da comida feita
com estilo e bom gosto.
A boca vai dizer que o sabor é irresistível!
As mãos vão tocar móveis e objetos centenários.
E os ouvidos vão escutar, quase perto, um ruído, uma sinfonia
que a cidade grande desconhece.
Um som que remete ao sono... à preguiça...
...O RONCO DO BUGIO.